quarta-feira, 30 de março de 2011

Quebrantamento: Espírito de Humilhação - Richard Baxter.


Estas páginas são uma tradução de um dos capítulos do livro do Rev. Richard Baxter, intitulado Direções e Persuasões para uma Conversão Segura (Directions and Persuasions to a Sound Conversion). Dentre as doze instruções que ele fornece no livro, a fim de que uma conversão não venha a ser abortada, mas sim firme, segura, sólida e saudável, a quarta, aqui traduzida, é a seguinte: “Atente para que a obra de humilhação seja feita de modo completo, e não fuja do Espírito de contrição antes que Ele complete Sua obra em você”.

O capítulo é, portanto, um tratado sobre quebrantamento, sobre a obra de humilhação que o Espírito quer realizar no entendimento, vontade e sentimentos de um pecador, a fim de habilitar seu coração a receber a Cristo com a solicitude e dignidade imprescindíveis, porque Cristo, escreve Richard Baxter, “não virá através da Sua graça salvadora à alma, para ser recebido ali com desprezo: porque Ele veio na carne com o propósito de ser humilhado, mas veio no Espírito com o propósito de ser exaltado”.

O Rev. Richard Baxter foi um conhecido pastor reformado, o qual viveu na Inglaterra durante o século XVII (1615-1691). Era um não-conformista, que tentou reformar a Igreja da Inglaterra, sendo muitas vezes preso por isso. Dentre os seus livros mais importantes estão: O Pastor Reformado, O Descanso Eterno dos Santos, A Vida Divina, Um Tratado sobre a Conversão, Um Apelo ao não Convertido, Agora ou Nunca, e muitos outros clássicos evangélicos.

Os escritos, a pregação e a vida de Richard Baxter produziram um inegável reavivamento espiritual na cidade de Kidderminster, onde realizou o seu ministério. Quando ele chegou à cidade, eram poucos os crentes e duvidosas as suas conversões. Algum tempo depois, entretanto, o templo de sua igreja teve que ser aumentado - ainda assim não comportava mais as pessoas, que escalavam as janelas para ouvir suas pregações. Muitas ruas da cidade tiveram todos os seus moradores convertidos: podia-se ouvir centenas de pessoas cantando hinos de louvor a Deus em plena rua; e as conversões davam provas suficientes de serem sinceras e profundas. Para continuar lendo clique aqui.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Calvinismo - As Antigas Doutrinas da Graça (Edição Comemorativa Revisada - Calvino 500 Anos) - Paulo Anglada.

Calvinismo - As Antigas Doutrinas da Graça (Edição Comemorativa Revisada - Calvino 500 Anos)

"Qual é a essência do calvinismo? Quais as verdades distintivas do calvinismo como sistema doutrinário? Elas se encontram em dois departamentos da teologia sistemática: a antropologia e a teontologia. Todo o sistema teológico conhecido como calvinismo é o resultado natural, lógico e bíblico dessas duas doutrinas fundamentais: a doutrina da queda do homem e a doutrina da soberania de Deus; isto é, a corrupção da natureza humana e a vontade livre e soberana de Deus.

Este livro aborda temas centrais da doutrina calvinista, como os cinco pontos do calvinismo, a relação entre calvinismo e evangelismo e as implicações práticas do calvinismo na vida cristã.

É necessário ressaltar em nossos dias a importância das antigas doutrinas da graça. Elas podem produzir grande bem. É uma pena que essas doutrinas tenham sido largamente abandonadas. Precisamos considerá-las melhor, precisamos estudá-las mais profundamente, crer firmemente nelas e pregá-las com convicção, ousadia, sinceridade e graça, para o bem da Igreja, para a conversão dos perdidos e para a glória do nosso Deus.
"

domingo, 13 de março de 2011

Um Catecismo Puritano, Com Provas - Spurgeon.

"TENHO certeza que o uso de um bom catecismo por nossas famílias será uma grande proteção contra os erros doutrinários que cada dia aumenta. Por isso, formei este catecismo usando outros da Assembléia de Westminster, para ser usado em minha igreja. Se for usado em casa ou classes deve ser explicado e as palavras cuidadosamente decoradas, pois serão mais bem entendidas com o passar dos anos. Que o Senhor abençoe meus amigos e suas famílias eternamente é a oração do seu pastor." Charles Spurgeon, outubro de 1855



sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Deus - o Juiz - Edson Rosendo de Azevêdo.

"Deus é um juiz. Ser Juiz é ter capacidade e autorização de exercer juízo. Juízo é o ato de julgar. Julgar é medir a verdade dos atos e dos fatos de acordo com um padrão. O padrão de medir, a referência, é a lei. Aquilo que está de acordo com a lei recebe a aprovação dela e aquilo que está em desacordo com a lei recebe a punição dela. Deus é Juiz. Ele tem a capacidade infalível de julgar segundo a lei, a Sua Lei, e tem autorização de Si mesmo para julgar, pois não há ninguém maior do que Ele. Deus não apenas fica desgostoso quando os atos são praticados fora do padrão da Sua vontade, mas Ele julga os atos que são praticados fora da sua vontade. Deus julga porque tem autoridade sobre todos os homens. Deus julga porque exige que os homens procedam de acordo com a Sua Lei. Deus julga porque a Sua Santidade assim o exige. Todas as vezes que os homens transgridem a Sua Lei, a Sua santidade é ferida, agredida, desprezada, vituperada, e isso exige julgamento, pois a culpa não pode ficar sem castigo, porque Deus é zeloso pela Sua santidade. Se a Sua santidade fosse ferida pelo procedimento pecaminoso dos homens e Ele não tomasse nenhuma providência, então Ele não seria santo. Mas não é assim: por isso que Ele está sempre a julgar, porque os homens estão sempre a pecar, a errar, a transgredir a Sua lei. O juízo de Deus começou a se manifestar sobre os homens logo após a queda e não mais parou, porque a queda agrediu a santidade de Deus. Dessa forma, todos os dias, todos os instantes, Deus está a julgar, e estabeleceu um dia em que há de julgar definitiva e totalmente todos os atos de todos os homens, sem exceção: o dia do juízo final, a partir do qual, nenhum ato permanecerá sem ter sido julgado definitiva e finalmente."



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Medita estas coisas: Conselhos para uma Conversão Segura - Richard Baxter.

"Esta é a segunda edição de uma das obras mais conhecidas de Baxter. Neste livro, ele fornece três valiosas instruções a fim de que uma conversão não venha a ser abortada, mas desenvolva-se de modo firme, seguro e saudável.

O Rev. Richard Baxter foi um conhecido pastor reformado que viveu na Inglaterra, de 1615 à 1691. Seus escritos, pregações e vida produziram um inegável reavivamento espiritual na cidade de Kidderminster, onde realizou o seu ministério. Quando chegou à cidade, eram poucos os crentes e duvidosas as suas conversões. Algum tempo depois, entretanto, o templo de sua igreja teve que ser aumentado -e ainda assim não comportava mais as pessoas, que subiam nas janelas para ouvir suas pregações; muitas ruas da cidade tiveram todos os seus moradores convertidos; podia-se ouvir centenas de pessoas cantando hinos de louvor em plena rua e as conversões davam provas suficientes de serem sinceras e profundas."

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O Caos Carismático - John MacArthur.


"O que é verdadeira espiritualidade? Deus promete saúde e prosperidade a todos os crentes? Como os dons espirituais atuam? Respondendo a essas perguntas, John MacArthur faz um exame do movimento carismático e de seu efeito na igreja de Cristo. "Minha principal preocupação", afirma o autor, "é conclamar a igreja para um compromisso firme com a pureza e a autoridade das Escrituras e, por meio desse compromisso, fortalecer a unidade da igreja verdadeira". Este lançamento é uma exortação para que os leitores conheçam o que Palavra de Deus ensina acerca de milagres e revelações."

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A Imutabilidade de Deus e a minha vida.

A imutabilidade de Deus está contida nas páginas das Sagradas Escrituras. Todos os escritores a enfatizaram e viram nela um porto seguro para a fé de todos os crentes. E assim, entendendo essa característica de Deus, chegaremos à conclusão que tudo aquilo que Deus falou a Adão e Eva, a Moisés, a Abraão, a Jacó, aos patriarcas, aos profetas, aos reis de Israel, ao povo israelita, aos apóstolos, aos crentes primitivos, enfim, tudo que Deus falou e encerrou de falar a 2000 anos, tem tudo a ver conosco hoje, e terá tudo a ver com os crentes de amanhã, porque Deus, o Senhor Jesus, é imutável. A linguagem, é certo, foi a daquele tempo, as situações foram as daquele tempo, as circunstâncias foram aqueles descritas na Palavra, tudo foi escrito considerando o povo primitivo, bárbaro e uma sociedade agrícola, sem mecanização alguma, sem computador, sem automóveis, sem telefone, sem noção do direito e de constituição, porém, tudo é trazido prá cá, para o tempo de hoje, para o dia de hoje, porque Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e amanhã. Nenhum progresso muda o caráter do homem, nenhuma mecanização torna o homem melhor, nenhum meio de comunicação moderno é capaz de acrescentar nenhuma bondade ao caráter humano. As circunstância de hoje são diferentes apenas na capa, no interior é tudo o mesmo. Por isso que a Palavra de Deus é tão atual hoje como o era outrora e o será no futuro. Por isso que a Palavra de Deus produz em nós tanta vida, tanto vigor.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

As “Novas Revelações” Produzem Meninos Espirituais!


Tenho observado ao longo dos anos que aqueles que aceitam alguma revelação extra-Bíblia sempre manifestam uma “meninice” espiritual. Tais pessoas mostram em suas palavras e obras que conhecem muito pouco do verdadeiro Deus, quando conhecem algo, e que este pouco conhecimento não dá sinais de progresso algum, mas, ao contrário, de um afastamento gradual e perigoso da Verdade do Evangelho. Porém a experiência a respeito disto apenas demonstra o que a própria Escritura Sagrada afirma.
O fato é que aceitar “revelações novas” é o mesmo que pensar em conhecer alguém sem nunca tê-lo ouvido, sem nunca ter conversado com ele. Muitos estão assim: Pensam que são profundos conhecedores de Deus, no entanto nunca o ouvem falar pelas Escrituras, mas correm atrás de palavras que de forma alguma Ele falou, correm atrás de “novas revelações”, que na verdade não passam de falsas revelações. A conseqüência é uma ilusão, uma fantasia, uma tolice própria de menino. Eles são “meninos” no entendimento de Deus e de sua vontade para suas vidas. Diante disso façamos uma breve comparação entre as características de um menino e as de um adulto, aplicando-as a vida espiritual, dando no final a única solução real para o problema.